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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

ScrumSociety - 1ª REUNIÃO: definição do processo e dos papéis desempenhados

1ª REUNIÃO: definição do processo utilizado e dos papéis de cada um no grupo.

Nosso grupo reuniu-se no dia 1º de outubro pela primeira vez para definir os primeiros passos e começar a organizar o processo de produção do Trabalho Prático.

Discutimos sobre quais metodologias usaríamos. Estudamos um pouco sobre as metodologias ágeis e discutimos sobre Kanbam e Scrum. Optamos pelo SCRUM.

O SCRUM é uma metodologia ágil iterativa e incremental de desenvolvimento de software. Define uma estratégia flexível e holística de desenvolvimento de um produto mínimo viável, em que um time trabalha como uma unidade para alcançar um objetivo comum. Parte-se do pressuposto de que o time seja uma entidade auto-organizável, ou seja, não há a presença de um líder ou de um organizador/gerenciador. Um princípio chave no SCRUM é que clientes podem mudar de ideia a todo o tempo a respeito de seus requisitos - ou seja, os requisitos são INSTÁVEIS e MUTÁVEIS. Dessa forma, desafios imprevisíveis não podem ser contornados facilmente em um processo tradicional e previsível. Dessa forma, SCRUM adota uma abordagem empírica, ao aceitar que o problema não pode ser completamente compreendido e definido, focando-se em maximizar a habilidade do time em entregar rapidamente e responder aos requisitos emergentes.


No SCRUM, não há papéis explicitamente definidos. Há a presença do SCRUM Master, que é o responsável por manter o processo, e responsável também por ajudar o time e resolver problemas que possam surgir dentro do time, além de ser também parte do time, podendo ele fazer parte do desenvolvimento do produto. Há o TIME, que é auto-organizável e não tem papéis bem definidos, ou seja, parte-se da idéia de que todos os integrantes do time são igualmente capazes de desempenharem funções diversas, como de desenvolvedores, testadores, engenheiros de usabilidade e etc. A cada SPRINT (iteração no método Scrum), integrantes do time podem desempenhar funções diversas. A idéia é que qualquer integrante possa realizar quaisquer tarefas disponíveis no backlog do produto. Há também a presença do PO - Product Owner, que é o representante da VOZ do cliente, ou seja, ele está acompanhando o processo de desenvolvimento do produto de perto, e representa as demandas e os retornos do Cliente. Em alguns casos, o PO pode ser o próprio cliente, ou um dos clientes. Em outros casos, pode ser alguém do próprio grupo de desenvolvimento, que entra em contato intenso com o Cliente, que passa ao PO todos os requisitos e as prioridades, permitindo-lhe assim desempenhar este papel no processo.

No caso do nosso trabalho, o Cliente é o monitor Guilherme Avelino. Optamos por ter um Dono do Produto (PO) diferente do Cliente. Nosso dono do produto vai entrar em contato intensivo com o Cliente, para saber dos requisitos e das prioridades das histórias do backlog.

Dessa forma decidimos os papéis de cada um do grupo:

NOME DO GRUPO: ScrumSociety

NOME DO PRODUTO: (A decidir)

DESCRIÇÃO DO PRODUTO: (Ainda sem descrição)

CLIENTE:
Guilherme Avelino
SCRUM MASTER:
Mateus Palhares
PRODUCT OWNER:
Pedro Ramos
TIME:
Paulo Rezeck
Giuliene Santos
Bruno Fonseca
Luis Fernando
Guilherme Quirino
Jonatas Renan

Para as próximas reuniões, ficou decidido que iremos definir mais metodologias que usaremos no desenvolvimento do produto (uma melhor explicação do ritmo de Sprints em SCRUM), definermos o CALENDÁRIO a ser seguido durante o processo, definiremos também as funções do produto (o que ele faz e o que ele não faz), criaremos personas para o nosso produto, e vamos fazer a primeira análise de requisitos.

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